Memorial do Imigrante
Dando continuidade a peregrinação pelos museus de São Paulo, fomos (eu, João Assumpção e Edu mendes) ao Memorial do Imigrante.
A Hospedaria de Imigrantes, onde hoje funciona o Memorial do Imigrante, era um enorme conjunto de prédios destinado a abrigar os recém–chegados nos seus primeiros dias em São Paulo.
Após a cansativa viagem, os imigrantes ficavam na Hospedaria por até oito dias. Em geral esse prazo era suficiente para que acertassem os seus contratos de trabalho. Nesse período utilizavam gratuitamente todos os serviços disponíveis. Lá eles dormiam, faziam as suas refeições, recebiam atendimento médico e conseguiam seus empregos.
Ao longo da sua existência, a Hospedaria passou por algumas reformas que desfiguraram seu o aspecto original. A principal delas ocorreu na década de 1930, quando a fachada do edifício principal assumiu feições neoclássicas.
A princípio, as péssimas condições da hospedaria situada no bairro do Bom Retiro e o crescimento do fluxo imigratório, levaram a Assembléia Provincial, em 1885, a votar lei (n. 56, de 21 de março) autorizando o governo a construir um prédio para a alojamento de imigrantes.
Assumindo o governo da então província de São Paulo, Antonio Queiroz Telles, na época Barão de Parnaíba, escolhe um terreno nas imediações das Estradas de Ferro do Norte e da São Paulo Railway. Em julho de 1886, deu-se início à construção da Hospedaria de Imigrantes do Brás.
Mais informações, aqui: http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br
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Laurito,
Beto ta reclamando que ele perdeu o lugar de genro mais querido do Brasil para voce. Se cuida que ele ta preparando para te dar o troco – risos.
Aproveita bem minha familia ai – to morrendo de inveja de vc.
Beijos e boas ferias
Pô, se o Beto perdeu o posto eu não sei, mas eu tô me divertindo tremendamente por aqui.
E acho que o Seu João também.
Cara, fui seqüestrado e estou sendo mantido em regime de trabalho escravo em uma fábrica de confecções de um coreano no Bom Retiro. Estou planejando uma fuga com um colega boliviano pra tomarmos aquela cerveja (que ainda não rolou) antes de vocês partirem pra um clima mais ameno.
Ah, lá vem o supervisor. Preciso desenhar mais umas estampas.